sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Tão bom morrer de amor

Tão bom morrer de amor, e ainda sim continuar vivendo. (Mario Quintana)

Me esvaziar no seu doce perfume, me encher dos teus beijos(sei que vai demorar), estar na aurora leve da tua alma. E assim sentir intensamente por anos a riqueza de ver o brilho dos seus olhos. Se achasse em mim os limites desse amor, acharia em si um pedacinho do meu amor ai dentro sendo plantado. A espera de ti cada vez mais me leva as alturas. Pois sei que esse dia será único, estarás completo em mim e eu em ti, assim nos tornaremos um.


E desde então, sou porque tu és. E desde então és, sou e somos...E por amorSerei... Serás...Seremos...

Pablo Neruda

Nenhum comentário:

Postar um comentário