A de um pobre Tristão que, em seu aconchego de tudo tinha inclusive um irmão muito querido.
Ele tinha a imoral capacidade de bater o martelo magoando assim as pessoas, e tinha o dom sinistro não pedir desculpas, mas quando pedia retirava aquele prego que havia martelado. Mas ainda sim, o coração onde ele havia martelado ficou com uma profunda marca.
Mesmo “sem perceber” ousou continuar assim a seguir sua vida. E um dia ele tirou de si “sua pequena”, depois atirou ainda mais longe, seu irmão muito querido.
Não quero aqui dizer o que uma pessoa fez, nem muito menos julgá-lo, pois tudo que é meu faz parte deste humano infiel ao amor, pois o mesmo ele não conhece. Quero mostrá-lo, quero o fazer sentir e fazer ter sentido.
Não deveria ser praticado de tal modo, por seus grandes e devastadores efeitos colaterais. Mas é um risco que há de se correr, não entendo como nem por onde começar.
Mas tenho ajuda vinda do alto, e por assim dizer posso me sentir imortal.
Então caro Tristão ao ler isso que pra você faça toda a diferença, ser não ter, ouvir antes de tudo, e saber interpretar. Pois a você quero transmitir toda a verdade. Quero que busque forças para voltar, se não se lembra do caminho, lembre de teu irmão.
Se jogue pra fora, antes que você não se suporte, antes que o tempo volte a mudar, antes da ultima manha.
Não conforte a esperança, pois não existe amanha, para você voltar a ser quem era precisará ser outro total e completamente diferente.
Só precisa de uma coisa, que a muitos tenho tentado te ensinar.
Quando entender, que do melhor você não tem direito e de que nem o pior você merece. Entenderá que seu interior, está completamente inundado, e sujo, que precisa de tantas coisas.
Ei Tristão você sabe fazer chover, porque não usa das tuas tempestades para que se lave, purifique-se, renove-se. E terá tudo o que quer, mas pra isso precisa não querer mais. É essencial que não queira mais nada. As pessoas não são obrigadas a te entender, sorria a vida é uma tragédia, romântica e solitária.
Por Isolda Parvati*
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