quarta-feira, 26 de maio de 2010

Encantos das Mascaras.

Vi todos aqueles corações escondidos por mascaras. Um baile da mais sincera falsidade.
Dançavam em um desfilar de pessoas inexistentes, de pessoas que já se foram, pessoas cujo objetivo era mostrar aqueles que vieram primeiro, cumprindo encantadoramente o papel de ser quem um dia querem ser (ou o que não ser), Faziam em ritmo embalado por seus pés, um túnel ligando gerações futuras e gerações de pessoas que ainda não haviam nascido.
Como se aquela dança despertasse a decisão de quem seria aquele mascarado a partir dali. Decidindo se viveria de um passado de outros de pura glória tradição ou se seriam em modéstia e simplicidade o futuro dos que ainda aguardavam viver o que ainda não nasceu – uma vida (e não digo de criança que ainda não nasceu, mas sim de pessoas grandes, que ainda não saíram de seus próprios ventres), de esperança vivida na intensidade de seus passos ritmados pelos tambores de seus corações.
Quem assistiu todo esse show de dança vivida representava também um papel, aquele de ser apenas espectador de sua própria vida, de deixar que apenas os atores agem, decidi eu assistir então em ”3D” e decidir por uma vida sem mascaras.
ntão aqui lhes desligo, caros leitores (poucos e bons), Isolda Parvati, e pela segunda vez os conecto em um mundo real, em nosso mundo, a tão por mim adorada Esquina do Pensamento e o mundo real (terra das pessoas grandes), entrelaçam-se com a madressilva e a  uma não vive mais sem a outra, assim uma vivendo do amor e da necessidade da outra, alimentando-se ambas do mel das palavras de Isolda Magalhães ou Thaissa Parvati (as duas sendo uma em duas e sendo as duas igualmente diferentes).
Por: desmascaradamente Thaissa Parvati!

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