segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Adeus Tristão
















Ainda que os mares me digam que não há inspiração,
Eu digo que há amor, e pra tudo só ele basta.
Sei que minha canção já não tem rima, como outrora,
Mas meus dizeres, são completos ao se tratar de cômicas emoções
Que afloram de forma simbólica e fictícia.
Quero apenas refletir num verso o mais árduo desejo de amar,
Sendo completo num distinto adeus ao alvorecer, pois nem o horizonte
Que antes o nada eu procurava não me responde.


Disse-me que só digo adeus quando não sentir mais saudades,
Mas é a que mais sinto, mesmo havendo a grande e vil necessidade deste
Que vai ser breve, e tardio, mas preciso.
Toda essa ancia já não existe, já não é capaz do amar.
Pode ter certeza que o amor ainda não morreu, mas por você...
Confesso que meu amor não se mais refere a você.

Partir é breve, e o "pra sempre" só vem depois, num desabrochar de uma rosa mal cuidada
Pois é melhor um pequeno príncipe viajar em busca de sabedoria, do que ficar aos
Breves versos da pequena flor.
Deixa continuar só, mas sem provocações, pois essas costumam feri-la.
Ainda não podes decifrar um sopro ao vento, mas podes saber quando vai estrela te chamar.

Por Isolda Partindo*

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